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sábado, 26 de novembro de 2011
Quem pensa que sua função mais importante é a fala está enganado.Ela revela mais do que imaginamos, delatando desde problemas respiratórios até infarto no miocárdio.Basta prestar atenção nos seus sinaisVeio da medicina tradicional chinesa a ideia de analisar a aparência da
língua para desvendar eventuais problemas no corpo humano. Praticantes dessa abordagem terapêutica de 1600 a.C. acreditam que sua
textura, seu formato e sua cor são capazes de dedurar desequilíbrios e
dar pistas sobre o estado físico do indivíduo.Apesar de essa crença ter se deparado com certo ceticismo ocidental ao
longo dos séculos, ela vem ganhando força em várias correntes"Esse órgão muscular sinaliza qualquer alteração do corpo", afirma Ana
Kolbe, presidente da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos
Odores da Boca, em Salvador, na Bahia.Cientistas da Universidade de Tecnologia da Malásia também apostam nisso
e iniciaram um projeto que deve durar pelo menos três anos. Eles querem
provar que o exame de observação língual deve ser incorporado ao dia a
dia de médicos e dentistas. Com o auxílio de leituras digitais, os
estudiosos desenvolvem um chip para processar imagens capturadas na boca
e aperfeiçoar o diagnóstico.
1 Doce
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Policiais negociam greve com deputados no MA
Eles tomaram a Assembleia Legislativa e esperam posição da governadora.
Com greve da PM, capital do Maranhão vive onda de boato e pânico.
TJ decreta ilegalidade da greve dos policiais e bombeiros militares
O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) decretou, no final da
manhã de ontem (24), a ilegalidade da greve dos policiais militares e
bombeiros do Estado e atribuiu, a cada militar envolvido no movimento,
multa de R$ 200 por dia não trabalhado. Apesar disso, os grevistas
continuam acampados na sede da Assembleia Legislativa do Maranhão e
afirmaram que o movimento é pacífico e ordeiro; porém, por tempo
indeterminado e sem previsão de desocupação do prédio do Poder
Legislativo. Por solicitação da Secretaria Estadual de Segurança Pública
(SSP), um batalhão da Força Nacional já está operando em São Luís e
Imperatriz, além de outras cidades do interior, e fará o policiamento
ostensivo no Estado durante a paralisação da PM e do Corpo de Bombeiros.
A decisão sobre a ilegalidade da greve, deflagrada em assembleia geral,
na última quarta-feira (23), foi proferida pelo desembargador Stélio
Muniz, em resposta a ação protocolada pelo governo do Estado logo nas
primeiras horas da manhã de ontem. O embasamento da decisão é a
Constituição Federal, que veda expressamente este tipo de mobilização
por parte dos militares. O desembargador estipulou ainda multa de R$ 200
por policial, a cada dia parado. Informações deram conta de que o
magistrado estaria analisando um pedido de prisão preventiva dos líderes
do movimento e, caso deferido, a segunda liminar garantiria a detenção
de todos os militares com patente a partir de capitão.
Segundo o cabo PM Roberto Campos Filho, diretor da Associação dos
Servidores Públicos Militares do Maranhão (Assepma), a categoria tenta
negociar com o governo desde o mês de fevereiro, deste ano, sem sucesso.
Ele explicou que a paralisação foi a única maneira de chamar a atenção
da governadora para os problemas que a categoria tem enfrentado e
pressionar o atendimento das reivindicações das corporações antes da
votação do Orçamento do Estado para 2012. Os militares reivindicam
dentre outros itens, aumento salarial de 30%, referentes a perdas
salariais dos últimos três anos, modificações nos critérios de promoção e
reorganização do quadro de oficiais, implementação de jornada de
trabalho de 44 horas semanais, eleição do comandante geral da Polícia
Militar.
O major PM Antônio Brandão, membro da Assepma, explicou
que os militares não invadiram a Assembleia Legislativa e frisou que
foram bem recebidos pelo presidente da Casa, Arnaldo Melo (PMDB), que
teria determinado o expediente dos funcionários ontem, somente até
12h30, por conta do movimento. Os PMs e bombeiros que ocupam as
dependências internas externas da Assembleia disseram que só sairão de
lá quando a governadora Roseana Sarney entrar em acordo com as
corporações. “Estamos lutando pelos nossos direitos. A governadora não
quer negociar, pois quando o Legislativo tentou intervir ela disse que o
Executivo não possuía porta-voz e afirmou não estar sabendo de nada do
que foi negociado conosco na última paralisação. O deputado Arnaldo Melo
disse que podemos ficar e que não chamaria o Batalhão do Choque nem a
Força Nacional para nos tirar daqui”, declarou.
Os policiais
militares somam sete mil em todo o estado, e os bombeiros chegam a 900
homens. Cerca de dois mil militares estão acampados no prédio da
Assembleia Legislativa e várias barracas foram montadas no local. Uma
reunião teria sido marcada na manhã de ontem, em sessão ordinária, com
os deputados da base do governo na AL para iniciar o processo de
negociação. Porém, os manifestantes disseram que não aceitariam mais
‘promessas’ e pontuaram que só deixariam o local depois de um
posicionamento definitivo da governadora. O comando de greve informou
também que a paralisação já atingiu as principais cidades do Estado,
entre elas Imperatriz, Bacabal e Pedreiras e pontuou ainda que a brigada
de combate a incêndio do aeroporto Marechal Cunha Machado, em São Luís,
também deve deixar de trabalhar durante o movimento.
Denúncia –
Mais uma vez o Jornal Pequeno recebeu a denúncia de que por conta da
paralisação, cadetes do Curso de Formação de Oficiais (CFO), da Academia
de Polícia Militar, estariam sendo convocados para fazer a segurança de
estabelecimentos bancários, desarmados e sem coletes. O diretor da
Assepma, cabo PM Roberto Campos Filho, explicou que também teve
conhecimento do fato e alertou que se a notícia fosse realmente verídica
os cadetes estariam sendo levados para a ‘morte’, uma vez que não podem
exercer a função de policiais, se ainda não tiverem concluído o curso
de formação. Ele frisou ainda que eles só poderiam estar na rua se
estivessem na companhia de policiais.
Em nota oficial divulgada
no início da madrugada de ontem, a Secretaria de Segurança Pública (SSP)
informou que sempre manteve aberto o diálogo e ressaltou que diversos
avanços foram obtidos pelas categorias. Dentre eles, estão o aumento do
auxílio alimentação de R$ 120 para R$ 250, de forma linear; criação e
regulamentação de nove unidades operacionais, com a criação de 4.466
cargos; a promoção de 406 oficiais, redução do interstício de 10 anos
para cinco anos da promoção do soldado a cabo PM, redução do interstício
de oito anos (tempo de serviço) e seis anos (antiguidade e merecimento)
para apenas três anos em ambos os casos, para a promoção do cabo a 3°
sargento; redução do interstício de quatro para três anos, para a
promoção do 3° sargento a 2° sargento, e a efetivação de 3.388 promoções
de praças em todas as graduações.
A SSP informou ainda que o
policial militar do Maranhão recebe o sétimo salário no ranking
nacional, no valor de R$ 2.028 mil; e maior que a remuneração percebida
no Rio de Janeiro, que é de R$ 1.137,49 mil; e no Rio Grande do Sul, que
é R$ 996. E reiterou ainda que um estudo está sendo concluído,
objetivando o realinhamento salarial dos servidores públicos estaduais
ativos e inativos, contemplando também os policiais militares. A Força
Nacional já está operando em São Luís e Imperatriz, além de outras
cidades do interior do Maranhão, a fim de garantir que a população não
seja penalizada.
Apoio – O presidente do
Sindicato da Polícia Civil do Maranhão (Sinpol), Amon Jessen, esteve na
Assembleia Legislativa e enfatizou total apoio aos militares. Ele
acrescentou que o governo do Estado tem total condição em atender as
reivindicações salariais das corporações, mas prefere desonrar seus
compromissos e insuflar as categorias a dar início a movimentos
grevistas. Ele revelou que na próxima segunda-feira (28), às 18h, os
policiais civis farão uma assembleia geral, com indicativo de greve, em
frente ao Plantão Central da Beira-Mar. “O acordo firmado em abril com o
governo foi apenas parcialmente cumprido. Acertamos em criar uma
comissão (composta por dois integrantes da Sinpol), junto com a
Secretaria de Planejamento e Orçamento para trabalharmos o Plano de
Cargos, Carreiras e Salários (PCCR), observando a reposição dos
policiais civis nos próximos três anos, mas isso ainda não aconteceu e
ninguém nos chamou para conversar até agora”, relatou.
Grevistas afirmam não ter sido notificados sobre a ilegalidade
POR VALQUÍRIA FERREIRA
POR VALQUÍRIA FERREIRA
Até o início da noite de ontem (24), o comando da greve dos policiais
militares e bombeiros informaram que não haviam sido notificados da
decisão que considera a greve da categoria ilegal. A decretação da
ilegalidade do movimento foi de iniciativa do desembargador José Stélio
Nunes Muniz, pela manhã; ele ainda determinou multa no valor de R$ 200,
para cada manifestante, por dia sem trabalhar.
De acordo com
Marcos Barros, cabo do Corpo de Bombeiros e diretor da Associação dos
Servidores Públicos Militares do Maranhão (Assepma), pelo fato de a
categoria não ter sido notificada sobre a decisão da Justiça, todos
permaneceriam acampados na Assembleia Legislativa. Ele disse que os
manifestantes só souberam da decisão por meio dos meios de comunicação.
“Eu acho que o Tribunal de Justiça (TJ) e a Vara da Fazenda Pública
deviam se colocar como moralistas para apurar, junto com o Ministério
Público (MP), as denúncias de corrupção nas secretarias de Estado.
Deveriam investigar o caso do Espigão Costeiro, da Via Expressa. Nós não
somos marginais, não estamos cometendo crime; nós estamos reivindicando
nossos direitos, melhores condições de trabalho e salário digno, tanto
que temos apoio dos delegados, Polícia Civil, agentes penitenciários e
da sociedade”, disse Marcos Barros. “A atitude da governadora não é
democrática. Ela deveria negociar com a gente, mas estar querendo
retaliar o movimento chamando a Força Nacional, que veio ao Maranhão
para receber a diária de R$ 250”, completou o diretor.
Na manhã
de ontem, por volta das 11h30, uma comissão da Assepma esteve reunida
com um grupo de deputados, na Assembleia Legislativa. Os militares
voltaram a apresentar suas reivindicações. Os parlamentares, ao final do
encontro, se comprometeram em levar as reclamações à governadora
Roseana Sarney.
Greve – Os PMs e bombeiros
iniciaram, na noite de quarta-feira (23), o movimento grevista após
assembleia geral da categoria. Depois, eles se dirigiram em carreata até
a Assembleia Legislativa, onde permanecem acampados.
Os
militares reivindicam melhores condições de trabalho, reestruturação do
plano de carreiras, reajuste de cerca de 30% nos salários e redução da
carga horária de 72 para 40 horas, conforme a Constituição Estadual, que
assegura que todo servidor público do Estado deve trabalhar no máximo
40 horas semanais. De acordo com a Assepmma, o subsídio dos PMs e
bombeiros é de R$ 2.028, desde 2009.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
País gasta R$ 40 mil com um preso, mas R$
15 mil com um estudante
O país investe mais nos presos que nos estudantes, segundo dados do jornal "O Globo". A média anual de gastos com um detento é de R$ 40 mil, enquanto que com um aluno, R$ 15 mil, quase um terço do valor.
Já na comparação entre os presídios estaduais e os estudantes de ensino médio, a cargo dos governos estaduais, a primeira área recebe quase nove vezes mais verbas que a educação. A diferença é de R$ 21 mil por ano para R$ 2,3 mil.
Na avaliação dos especialistas, não se deve deixar de gastar com o sistema penitenciário, que enfrenta problemas como a superlotação, e sim se investir mais nos diversos níveis da educação e aplicar melhor o dinheiro destinado aos presos.
A solução do Brasil está, atrelada à educação. É preciso investir no orçamento da educação, oferecendo uma escola com tempo integral às nossas crianças: café, almoço, jantar, esportes e transporte, tanto nas cidades quanto no campo. vários órgãos públicos, municipais, estaduais e federais podem participar desta mobilização.
Sem crianças nas ruas, todas na escola, o tráfico perde sua grande fonte de recrutamento. com uma medida deste porte são beneficiadas a segurança e a saúde. criança alimentada é sinônimo de saúde para ela e para os pais. O bolsa família perde o sentido, sendo este investimento revertido para diminuição da dívida pública.
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